Numa escala que vai de zero a dez, ele alcançou o nove. Chegou próximo ao ápice. Veio em formato de devastação e com fisionomia de tragédia. Nem sequer deu pistas de sua intensidade. Apenas disse: “Estou chegando”.
Para alguns religiosos, o mundo estava por findar-se. Para os cientistas, apenas uma manifestação da natureza.
O dia 11 de março de 2011 ficará marcado na vida de todos os japoneses, assim como 11 de setembro de 2001 marcou para os norte-americanos.
O país acostumado com os freqüentes terremotos se viu em situação desesperadora. Edifícios em chamas, aeroporto fechado, ruas e avenidas bloqueadas pelo excesso de lama, veículos boiando e sendo arrastados pelo mar, que invadiu as vias de tráfego. Medo. O tsunami alcançou 10 metros de altura.
A natureza nunca havia se manifestado de forma tão intensa e devastadora na história do Japão. Foi o sétimo pior terremoto registrado desde a existência do planeta terra.
Na última semana, foram contabilizadas mais de 9.800 mortes e cerca de 17.000 desaparecidos por decorrências da catástrofe.
Por conta do tsunami, também foram registradas explosões em prédios dos reatores da usina de Fukushima, formando uma fumaça radioativa. Água e alguns alimentos podem ter sidos contaminados, por isso há racionamento e limite de compras nos supermercados. O combustível também é limitado.
Tendo em vista todas essas ocorrências, pode-se concluir que o Japão, assim como sua população, esteja, de fato, em crise e em desespero. Talvez crise. Mas o desespero, aquele que causa a falta de educação e o desrespeito, dificilmente se instalará no país que já se reergueu e superou um bombardeamento nuclear - durante a segunda guerra, os Estados Unidos (nação que hoje se esforça para ajudar os japoneses) atingiram as cidades de Hiroshima e Nagasaki, matando cerca de 220 mil.
Em solidariedade, muito países, cidades, organizações e empresas estão fazendo campanhas de apoio ao Japão, doando alimentos, água, roupas e dinheiro.
Para receber estes mantimentos ou conseguir acesso aos produtos à venda nas lojas, supermercados e postos de combustíveis, a população se organiza em filas, o que demonstra a educação, organização e poder de reconstrução dos japoneses. Eles estão unidos em prol do país, do povo.
E mesmo o Japão demonstrando, desde sempre, ser uma fortaleza, dificilmente se vê um japonês se gabando por isso.
Lá, o respeito pelo próximo é prioridade.
Para alguns religiosos, o mundo estava por findar-se. Para os cientistas, apenas uma manifestação da natureza.
O dia 11 de março de 2011 ficará marcado na vida de todos os japoneses, assim como 11 de setembro de 2001 marcou para os norte-americanos.
O país acostumado com os freqüentes terremotos se viu em situação desesperadora. Edifícios em chamas, aeroporto fechado, ruas e avenidas bloqueadas pelo excesso de lama, veículos boiando e sendo arrastados pelo mar, que invadiu as vias de tráfego. Medo. O tsunami alcançou 10 metros de altura.
A natureza nunca havia se manifestado de forma tão intensa e devastadora na história do Japão. Foi o sétimo pior terremoto registrado desde a existência do planeta terra.
Na última semana, foram contabilizadas mais de 9.800 mortes e cerca de 17.000 desaparecidos por decorrências da catástrofe.
Por conta do tsunami, também foram registradas explosões em prédios dos reatores da usina de Fukushima, formando uma fumaça radioativa. Água e alguns alimentos podem ter sidos contaminados, por isso há racionamento e limite de compras nos supermercados. O combustível também é limitado.
Tendo em vista todas essas ocorrências, pode-se concluir que o Japão, assim como sua população, esteja, de fato, em crise e em desespero. Talvez crise. Mas o desespero, aquele que causa a falta de educação e o desrespeito, dificilmente se instalará no país que já se reergueu e superou um bombardeamento nuclear - durante a segunda guerra, os Estados Unidos (nação que hoje se esforça para ajudar os japoneses) atingiram as cidades de Hiroshima e Nagasaki, matando cerca de 220 mil.
Em solidariedade, muito países, cidades, organizações e empresas estão fazendo campanhas de apoio ao Japão, doando alimentos, água, roupas e dinheiro.
Para receber estes mantimentos ou conseguir acesso aos produtos à venda nas lojas, supermercados e postos de combustíveis, a população se organiza em filas, o que demonstra a educação, organização e poder de reconstrução dos japoneses. Eles estão unidos em prol do país, do povo.
E mesmo o Japão demonstrando, desde sempre, ser uma fortaleza, dificilmente se vê um japonês se gabando por isso.
Lá, o respeito pelo próximo é prioridade.
Por Arilton Batista


Sem dúvida os japoneses se reerguerão. A capacidade deles de se reiventar e coisa de outro mundo. Agora, a respeito da ajuda dos EUA, acredito que eles tem um débito eterno e ainda não sofreram um décimo do que já fizeram sofrer.
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